Sejam Bem Vidos!!!

A vida é presente de Deus! Cuidar bem dela é nosso dever. Dar sentido à vida é uma opção que cada pessoa faz. Este blogger apresenta para você oportunidades de conhecer nossa missão.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Aos visitantes e seguidores do nosso blog


Vimos sua Estrela, o sinal da Aliança e viemos adorá-lo: Jesus, a Nova e Eterna Aliança de Deus com a humanidade. Aprendemos com Ele: Deus é pai, Deus é Amor e deseja que amemo-nos.
Espalhemos o sonho de uma humanidade nova, iluminada pelo Espírito, comprometida com a vida, alegre e feliz.
Venham!...
Cantemos no passo e compasso da melodia natalina, o canto da solidariedade humana, da esperança que alimenta o sonho, da fé que revigora corações, do amor sem fronteiras...
Ele veio nos ensinar a amar.

Aos visitantes e seguidores do nosso blog, nós, Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, desejamos um Feliz Natal e Abençoado Ano Novo!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

DEUS TEM SEUS CAMINHOS!...


            Sou Ágna Alves da Cruz, natural de Ibatiba – ES. Nasci em uma família simples, batalhadora, honesta... e, por uma questão de saúde do meu pai,  aos 15 anos de idade, fui morar com outra família, sendo esta, meus padrinhos. Agradeço a Deus por meus pais, por terem me dado a vida e, aos meus padrinhos que me acolheram com alegria e deram continuidade à minha formação cristã.
            Partilho um pouco da minha experiência deste ano, na casa de formação para a Vida Religiosa Consagrada. Tudo começou há dois anos, quando conheci as Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora e comecei a participar de encontros vocacionais, em Manhumirim, MG. Assim, iniciei o processo de acompanhamento para o discernimento vocacional.
             Quando recebi o convite para entrar na Congregação neste ano, pensei: entro, ou não?! Fiquei em dúvida! Mesmo com dúvidas eu queria, pois sentia dentro de mim algo que me inquietava. Lembrei-me desta frase: “Duvidar é bom. Permanecer na dúvida é um prejuízo”! Vim conferi e aqui estou!
               Aos 14 de fevereiro de 2012, cheguei à casa de formação, em Belo Horizonte, a fim de iniciar o processo formativo para a vida religiosa consagrada. Esse dia ficou marcado! Foi difícil, encontrei obstáculos, mas também coragem, confiança e apoio. Hoje vejo a importância de saber escutar e discernir o que o coração deseja. Com sabedoria o Padre Zezinho canta: “Tenho uma prece que eu repito suplicante, por mim, por meu irmão: dá-me esta graça de viver a todo instante a minha vocação. Eu quero amar um outro alguém do jeito certo.  Não vou trair meus ideais para ser feliz, não vou descer nem jogar fora meu projeto, vou ser quem sou e sendo assim serei feliz”. 
               Passaram-se alguns meses... O que tenho a dizer aos meus pais, padrinhos, amigos e a Congregação, é que valeu a pena! Por isso, estou feliz e agradecida por tudo!
               Jovem, não tenha medo de escutar Deus lhe dizer: “Sai da tua terra e vai...” assim como Deus tem um projeto para comigo, Ele tem também para você! Que tal conferir?!

Ágna Alves da Cruz - Aspirante





quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

QUEM É A PESSOA HUMANA?




Cada uma/um de nós tem que descobrir a sua própria canção, descobrir a sua unicidade e ser reconhecida nessa sua unicidade. Pensar no ser da gente é entrar em relação com a natureza.
O ato de admirar fala da nossa competência de criar. A beleza, o bem, o sagrado, pode salvar o mundo.
Há pessoas que nunca foram pensadas, desejadas, e estão por aí. Sobrevivendo! Pensar o que eu gosto. O que me agrada. O que me atrai... Cada pessoa precisa ter o seu idioma pessoal. 
Toda pessoa que nasce, precisa absolutamente do outro. Quando falamos, queremos ser ouvidas. A dimensão humana está além de mim.
Ética, compreende o respeito ao outro. Defesa da singularização do outro.
Quem é a pessoa humana? Qual é a sua condição? Hoje, é preciso lutar para compreender a experiência humana. 
A definição dos dois conceitos, o ôntico em oposição ao ontológico, nos ajuda a compreender melhor o humano que somos.
O ôntico me convida a pensar quem sou, na missão que tenho neste mundo, e o porquê existo. Está diretamente relacionado ao ente, à sua existência concreta.
O ontológico é pensar onde estou. A essência comum de cada ser existente. Diz respeito à natureza geral do ser.
Homem (não o gênero masculino) significa uma pergunta ambulante no sentido existencial. O homem é possibilidade de compreensão. Nós nascemos com uma capacidade de compreender o que é anterior ao que sabemos, e ao que aprendemos.
Quando alguém senta e fala com alguém, e é ouvida, se sente reconhecida. A nossa responsabilidade é com a gente e com o outro. Como ajudar a todas nós a cuidar da vida, do psíquico, do afetivo? Como ajudar aquela que está próxima de nós a se cuidar e a cuidar da outra?!
Nós acontecemos em comunidade, mas, ao mesmo tempo, somos solidão. Há uma solidão insuportável em todo ser humano... Ninguém é capaz de preencher este vazio dentro de nós. Somente Deus!
Irmã Ruth Mattos de Moraes - sdn

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

VOCAÇÃO – CHAMADO DE DEUS.





“Como Jesus, consagrado e enviado pelo Pai, Deus reserva e consagra pessoas, para reenviá-las ao mundo com a missão iniciada no batismo: ser sinal e instrumento de sua presença entre as pessoas” (Const. 08).

            Hoje, 30 de novembro, a Igreja celebra a festa de Santo André, Apóstolo. Em Mateus 4, 18 – 20 encontramos o diálogo de Jesus com André e seu irmão, Pedro. “Quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse a eles: ‘Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens’. Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram”.
            Na realidade em que vivemos, há necessidade de pessoas corajosas, que testemunhem o Cristo Ressuscitado presente no meio de nós.
             Há carência de bons líderes com capacidade de ajudar a ampliar os horizontes na busca de concretizar o projeto de Deus: uma sociedade mais justa, igualitária, construtora da paz, solidária...
            Esta missão é minha, é sua, é nossa. Somos convocadas/os a despertar as pessoas para acreditarem em seus sonhos, renovar suas esperanças, dinamizar seu potencial criativo, na busca do Projeto de Deus para sua vida.
Acreditamos que uma outra sociedade é possível! Nisto consiste a nossa vocação: ser feliz para ajudar a/o outra/o a dar sentido à sua vida. Para isto Deus nos criou!

E VOCÊ?...
Quer dizer SIM e continuar a Missão de Jesus?
Ser SACRAMENTINA é uma proposta!...

Irmã Maria Aparecida Rosa - sdn

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

QUEM FOI MADRE BEATRIZ?



            
            Madre Beatriz nasceu em Paracambi - RJ, aos 27 de novembro de 1896. Filha de Carlos Augusto Frambach, de origem alemã. Sua mãe Marcelina Fanei, de origem italiana.
            Aos 24 anos de idade, a jovem Adélia entrou para a Congregação das Irmãs Servas de Maria do Brasil, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Lá recebeu o nome de Maria Beatriz e pertenceu a esta Congregação durante oito anos.
            Escolhida por Deus, depois de uma válida experiência de vida religiosa, em outra congregação, aquela que, ao lado do Padre Júlio Maria de Lombaerd, devia ser a coluna mestra da Congregação que se fundava, em Manhumirim, MG.
            Confiante em Deus e na grandeza da obra que se iniciava, no dia 24 de dezembro de 1929, ela trocou o hábito preto das Servas de Maria pelo cinzento da Congregação que principiava.
            Em 1930, com a autorização do Bispo de Caratinga, Dom Carloto, foi nomeada Superiora Geral, cargo que exerceu até início de 1968.
            Madre Beatriz teve sempre os olhos e o coração voltados para os pobres, acolhendo e promovendo nos colégios, os menos favorecidos. No seu ideal de fraternidade, propunha à Congregação o lema: um só coração e uma só alma.
            Madre Beatriz era uma pessoa de diálogo e sabia “perder tempo” com os outros. Tinha sempre uma palavra de ânimo para quem a procurava. Era reconhecida como grande conselheira. Confiava no outro dando-lhe o direito de trilhar o seu próprio caminho, sem impor nenhum ritmo.
            Ela tinha um cuidado com a natureza. Meditava, observava o germinar das plantas, conversava com os antúrios, com as violetas e amor-perfeito, num silêncio contemplativo. Ensinava as crianças do Orfanato a terem cuidado com tudo, a não matar um passarinho sequer! Nada de arapucas.
            Mulher que viveu numa fidelidade constante a Deus. Assumiu cada dia sua vocação na humildade, paciência e entrega à vontade de Deus, na tranqüilidade e confiança. Sua confiança inabalável em Deus, sua entrega humilde, permitindo-se ser modelada por Ele, a capacitou para ser a Co-Fundadora, que comunicava às Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, grande entusiasmo pela Vida Religiosa Consagrada.
            A presença de Deus na vida e na história de Madre Beatriz, a tornava uma pessoa de espírito jovem e de fé vital.           Sua vida foi sempre uma busca! Um caminhar muitas vezes na escuridão do sofrimento, mas sempre acolheu como resposta de fé, de fortaleza, de confiança no Deus sempre fiel.
            Madre Beatriz forte e corajosa buscava na fé toda sua resistência para vencer as circunstâncias mais difíceis e complicadas. Acreditava no Amor-Providência e transmitia às Irmãs uma firme esperança e muita alegria. 
            Em 1974, Madre Beatriz sofreu um espasmo cerebral. A doença martirizou-a durante cinco anos. Faleceu em Manhumirim, no dia 03 de julho de 1979.

Irmãs Sacramentinas de N.Sra.