Sejam Bem Vidos!!!

A vida é presente de Deus! Cuidar bem dela é nosso dever. Dar sentido à vida é uma opção que cada pessoa faz. Este blogger apresenta para você oportunidades de conhecer nossa missão.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020


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Meditação diante do Presépio - 25/12/2019

O Servo de Deus, Padre Júlio Maria de Lombaerde, em seus comentários bíblicos nos diz que o Salvador, Jesus Cristo, tem três nascimentos:
·         Nasceu na eternidade - “É o Filho de Deus”; “Será chamado o Filho do Altíssimo” (Lc 1, 3). É eterno!

·         Nascimento temporal - Mistério da Encarnação. Nasceu de Maria Virgem por obra do Espírito Santo (Lc 1,35). “Quando chegou a plenitude do tempo” (Gl 4,4).

·         Nascimento espiritual – “A Palavra se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). Jesus quer viver em nós, sobretudo, na Eucaristia. É sua presença física e mística. Esta presença de Deus é a glória do gênero humano. Somos templos de Deus (1Cor 3,16).
“Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens por Ele amados” (Lc 2, 14). A glória de Deus é Jesus na sua habitação em nós. A paz na terra é a salvação que Jesus veio trazer.
Somos “as pessoas que Deus ama” adorando Jesus, amando Jesus e vivendo seus ensinamentos.
Sejamos o presépio vivo onde o “VERBO ETERNO possa manifestar a sua glória, como Filho vindo do Pai, cheio de graça de verdade” (Jo 1,14). Isto é a paz!
Adoramos Jesus na fé, na esperança e no amor:

Renovamos nossa fé em Deus, na Igreja, na Comunidade, em nossos dons, nas pessoas que nos animam, na vivência do carisma e espiritualidade.

Renovamos nossa esperança, pois Deus está conosco. Nada tememos! Jesus Menino nos encanta! Esperamos na graça divina. “Esperamos não o fim mas o grande encontro com Deus” (Bento XVI).  Esperamos mais jovens para caminhar conosco e nos alegramos com as que chegaram e estão aqui!

Renovamos nosso amor apaixonado por Deus, por Nossa Senhora, pela missão, pela fraternidade, pela vida. Com Maria queremos ir às pressas às montanhas, com os pastores vamos apressadamente a Belém, mesmo arriscando perder seus rebanhos, vamos com a  coragem dos Magos que deixam seus palácios para ir ao encontro do Rei que nasceu na pobreza em Belém!
Amemos os nossos irmãos! Então será Natal sempre quando pudermos dizer: “Senhor, tu sabes tudo, tu sabes que eu te amo muito” (Jo 21,17).
São 90 Anos de Amor! 100 Anos de Amor! A vida inteira de amor! Amém!
Irmã Teresinha Carvalho de Oliveira, sdn
Esta meditação foi feita na Celebração Eucarística, no dia 25/12/19, na Comunidade Madre Beatriz, concluindo o Ano celebrativo da Congregação que completou 90 anos.



quarta-feira, 11 de dezembro de 2019




As Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora acreditam na força transformadora da Eucaristia. A exemplo de Maria, buscam, servir na gratuidade aos irmãos e irmãs.
Esse modo de viver a Vida Religiosa Consagrada foi iniciado pelo Padre Júlio Maria De Lombaerde, missionário corajoso e dinâmico, que, após trabalhar na Europa e África, foi enviado a evangelizar na Região Amazônica, Brasil, onde chegou em 1912. Em 1928, veio evangelizar na Região Sudeste e, percebendo a enorme carência na área educacional e religiosa da Zona da Mata de Minas Gerais, fundou em Manhumirim, a Congregação das Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, em 24 de Dezembro de 1929. Teve como grande colaboradora Madre Beatriz Frambach, mulher decidida, comunicativa e grande educadora, que recebeu a missão de ser a Cofundadora da Congregação.
Hoje, as Irmãs Sacramentinas estão presentes em Escolas, Hospital, em diversas pastorais como: Infância Missionária, Catequese, Pastoral da Criança, da Juventude, da Pessoa Idosa, Animação Vocacional, Formação de Lideranças, nas Comunidades Eclesiais de Base, em Região Urbana e Rural, na Formação para a Vida Religiosa Consagrada e em Casas de Acolhida para Retiros, Oração, etc.
Desde sua fundação, procuram centralizar sua vida na Eucaristia, como partilha, serviço e doação, junto a todos aqueles com os quais se comprometem pela própria vocação missionária.
A acolhida simples, no convívio alegre e espontâneo, nas diversas Comunidades onde vivem, têm sido sempre características de vida das Sacramentinas.

E assim, a missão continua...

A Infância e Juventude Missionárias do Colégio Santa Teresinha foram entregar e levar alegria, música e dança aos idosos, no asilo em Manhumirim. A Pastoral Escolar do CST, através da Prof. Neide, quer aprender e viver a solidariedade e a partilha.























domingo, 24 de novembro de 2019



GRATIDÃO – GRATIDÃO!
PELOS 90 ANOS DE NOSSA CONGREGAÇÃO
Ao olhar no retrovisor da história vamos perceber que caminhamos entre sombras e luzes. Isso porque gratidão e perdão andam de mãos dadas. Hoje somos convidadas a dar graças a Deus pela história real que juntas construímos.
É sabido que a ingratidão fere o coração de Deus. Não sejamos ingratas! No episódio da cura dos 10 leprosos, narrado por Lucas, no evangelho, o Senhor pergunta ao que voltou para lhe agradecer: “Não foram dez os curados? E os outros nove onde estão?” (Lc 17, 11-19).
Está provado, cientificamente, que quanto mais tempo a gente viver na energia da gratidão, quanto mais a gente manifestar  gratidão, de modo consciente e intencional, mais qualidade de vida a gente terá.  
Não podemos enrijecer a nossa visão de mundo pensando que é uma obrigação ter um café à mesa todas as manhãs, uma casa arrumada... O risco de perdermos a capacidade de exercer a gratidão é grande e possível.
Em nosso grande Brasil e pelo mundo afora uma multidão infinita anseia pelo básico: o alimento, a água, a moradia, o medicamento, a segurança etc.
É preciso ativar a nossa capacidade de agradecer o ar que respiramos..., pois, muitos precisam de um aparelho de oxigênio para viver... O sol que brilha todas as manhãs... O medicamento de todos os dias... O acordar e sair da cama sem ajuda de outros...
É preciso reconhecer que tudo é dom gratuito de Deus. Muitos são os dons recebidos a cada segundo... Quanta riqueza nos foi proporcionada ao longo dos anos... Também diz o evangelista Lucas: “A quem muito foi dado, muito será pedido.”
O Papa Francisco, em uma de suas homilias disse:
[...] nos faz bem, tomar um pouco de tempo em oração e pensar na nossa eleição, nas promessas que o Senhor nos fez e como eu vivo a aliança com o Senhor. E como me deixo – permitam-me a palavra – ‘misericordiar’  pelo Senhor, diante dos meus pecados, das minhas desobediências. É preciso deixar-nos ‘misericordiar’ por Deus”. 
Quando nos colocamos em atitude de Escuta diante de Deus e de sua Palavra as nossas palavras desaparecem. Quando nos colocamos diante da Comunidade Trina, com o coração pronto e disponível para a gratidão, nos surpreendemos com as delicadezas e surpresas de Deus.
A escuta nos permite:
§   Olhar ao redor e ver a Irmã que está ao lado, na Comunidade. Agradecer o dom que ela é para nós!
§   Agradecer a dádiva de poder estar com Jesus, todos os dias, em nossa própria casa.
§   Alargar o coração em gratidão – reconhecer as graças recebidas. Não há relação com Deus sem gratuidade!


Fazer memória não é somente um ir para trás. É ir para trás e para frente. Memória e esperança vão juntas, se completam. Jesus Cristo é o Senhor da memória, o Senhor da esperança. Manter “os olhos fixos em Jesus” significa:
§    Avivar na memória os momentos da minha vida, marcados pela dor ou alegria, nos quais Ele me atraiu e eu O encontrei...
§    Relembrar familiares, Irmãs, amigas/os, que me antecederam (grande nuvem de testemunhas)...  
§    Recordar a Palavra de Deus, os Mandamentos, as Constituições, o Projeto de Vida, que dão direção segura ao meu caminhar, a minha missão...
Nossa gratidão, neste ano Jubilar, não se esgota – Como vai a minha esperança, naquilo que espero?
Que o Senhor nos ajude neste caminho de memória, de esperança e gratidão.
Textos para Oração: Sl 92/91, 2- 6; Ef 1, 17 - 23; Cl 3, 15 - 17 e 4,2; Hb 12, 1- 3.  
Irmã Solange Pereira Barros, sdn








sábado, 26 de outubro de 2019


Outubro é um mês inspirador...

E, por isso, traz tantos nomes:
Missionário, Rosa, Natureza, N. Sra. Aparecida, Criança, Educador, Música...

E tudo isso nos conduz à reflexão, celebração, comemoração, partilha, cuidado!

Maior inspiração ainda, nos traz a Exortação Apostólica pós-sinodal Christus Vivit. Vale à pena refletir, pois nos inspira e questiona!

Neste documento, o Papa Francisco exorta as Escolas Católicas a “buscar formas de rezar e viver a fé que possam ajudar o jovem a se sustentar no meio do ritmo desta sociedade. Na realidade, uma das maiores alegrias dum educador é ver um aluno constituir-se como uma pessoa forte, integrada, protagonista e capaz de se doar”. (Exortação Apostólica pós-sinodal Christus Vivit, nº 221)
Por tudo isso, o Colégio Santa Teresinha quer partilhar algumas ações realizadas,  que nasceram das inspirações que o mês de outubro nos traz.

      1.      ESPIRITUALIDADE ECOLÓGICA:

Todas as turmas do Fundamental 2 participaram do momento celebrativo para expressar a Gratidão ao Senhor da Vida, pela Criação. Sentimos a terra, o ar puro, o perfume das flores, contemplamos a natureza, ouvimos os sons variados dos pássaros, tomamos água saborizada, partilhamos preocupações e esperanças.  Numa dança circular, cantamos o som amazônico no hino da Sínodo:  Ribeirinhos guardiões da nossa casa comum! Refletimos e rezamos pelo Sínodo e pelo Papa Francisco.
“Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral”.






















       
          2. FEIRA DE ANIMAIS

Os alunos menores se encantam com os animais.  No Projeto Biólogo Mirim, cada um escolhe seu animal preferido, estuda sobre ele e apresenta aos coleguinhas. E, no final, trazem para a escola seu animalzinho de estimação. Os pais estimulam e acompanham!



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      3.  DIA DO EDUCADOR
Nossa Festa teve como tema: EDUCADORES INSPIRADORES CONSEGUEM IMPACTAR NOSSAS VIDAS, MAIS DO QUE PODEMOS IMAGINAR...
Celebramos nosso dia com reconhecimento, alegria música e dança! Toda a Equipe é Educadora. Ela exerce sua missão com competência e comprometimento. É bom estar aqui! É bom conviver aqui! É bom trabalhar aqui! Parabéns Equipe CST!
      
      4.  VISITA AO PATRONATO
Uma visita animada e solidária para brincar e partilhar alegria, habilidades e alimentos. Professoras, monitoras e voluntárias do Patronato se uniram para organizar esta festa do encontro e da partilha e, com certeza, aprenderam muito com a integração e envolvimento das crianças e seus pequenos gestos que revelam uma profunda humanidade.





















A Igreja convoca a Educação Católica a se empenhar no Humanismo Solidário, praticando-o através de ações cotidianas de solidariedade. Contribuir para que cada ser humano se conecte com sua humanidade e assim, possamos gerar vida em plenitude. (Doc. Linhas de Ação Pastoral da ANEC).

Irmã Maria do Carmo Lopes – Manhumirim - MG
                                   

sábado, 12 de outubro de 2019


SACRAMENTINAS AQUI, ALI, ACOLÁ...
ASSEMBLEIA DA CRB/MINAS
PASTORAL DA CRIANÇA - ALVARÃES, AM







COLÉGIO SÃO JOSÉ - NITERÓI, RJ
COLÉGIO SANTA TERESINHA - MANHUMIRIM, MG
COLÉGIO PADRE JÚLIO MARIA - BOA ESPERANÇA, MG





COLÉGIO NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - PATOS DE MINAS, MG
VOCACIONADOS PARA A MISSÃO, NA PERSPECTIVA DA "SAÍDA"
A Vida Religiosa Consagrada, através dos carismas de suas Congregações e Ordens Religiosas tem, no mundo, a missão de ser testemunha, profecia, esperança e, de colaborar na construção do Reino de Deus. Como na época de Jesus, hoje se faz necessário alargar o horizonte do olhar, do ouvido e do coração (sensibilidade), para perceber o lugar onde o grito é maior (cf. Mc 1,35-39). É preciso estar aberta para o mundo, para a Igreja e, tecer uma postura de aproximação do sofrimento do outro/a para ajudá-lo na cura de suas feridas mais profundas.
O Papa Francisco, em sua exortação Apostólica Evangelii Gaudium, propõe uma Igreja em “saída”. Assim diz o Papa: “Naquele ‘ide’ de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja, e hoje todos somos chamados a esta nova ‘saída’ missionária. Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede; mas, todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho”.
O Papa não apenas propõe, mas desafia a sua Igreja e toda a VRC, à ousadia da “saída”. Saída do seu pequeno universo confortável, das suas estruturas fechadas e por vezes caducas, da sua realidade autocentrada e se arriscar num projeto maior de missão, abrindo-se para os outros/as, para as novas culturas, países e continentes e, para as novas formas de ser e estar no mundo, como sinal e testemunho de esperança.
Os Fundadores e Fundadoras, a partir de uma experiência profunda de Deus na vivência da sua Consagração e, atentos/as aos gritos da época, se arriscaram, buscando ser uma resposta para os gritos daquele tempo. Hoje, outros gritos têm surgido, esperando respostas novas e ousadas. São os gritos da terra, do planeta, dos pobres, das mulheres, das crianças em situação de vulnerabilidade, dos depressivos, dos refugiados, dos traficados e tantos outros. O que temos feito, enquanto VRC, para amenizar o sofrimento e a dor que são expressos nesses gritos?
A missão sempre aponta para uma conversão em termos de saída. É necessário que cada grupo religioso, de acordo com o seu carisma, tenha a coragem de discernir, converter e arriscar uma nova saída missionária na dimensão da profecia, “capaz de despertar o mundo”. A diminuição numérica nas Congregações não pode ser empecilho para que a saída se realize. É preciso descobrir caminhos.
Neste sentido, tanto os nossos carismas, na perspectiva da missão, quanto a “nossa espiritualidade precisa de discernimento constante, tanto pessoal, quanto em comunidade. Precisa escutar a Palavra que decifra os sinais dos tempos”.
VOCACIONADOS PARA A ALEGRIA








Estamos num Congresso Vocacional, sentindo-nos tocados/as pela temática do discernimento. Certamente, a maior parte de nós procura respostas para as crises que vivem as nossas Congregações, no sentido numérico. Será que Deus não mais vocaciona pessoas para estar com Jesus e serem enviadas em missão? O que depende de nós para um despertar vocacional na juventude atual? Podemos enumerar uma série de perguntas, na tentativa de obtermos respostas que venham nos convencer, mediante as preocupações que trazemos, enquanto VRC. Porém, mais do que respostas a perguntas formuladas, torna-se necessário sinalizar vivências.
O Papa Francisco consegue alcançar as nossas perguntas mais profundas, com respostas extremamente delicadas, levando-nos a questionar a vivência dos três pilares da nossa Consagração que, bem assumidos, podem ser um despertar vocacional: experiência de Deus, vida fraterna em comunidade e missão. Olhando para os Religiosos e Religiosas, no Ano da Vida Consagrada, o Papa diz: “Gostaria de dizer-vos uma palavra e a palavra é alegria. Onde estão os Consagrados, há sempre alegria”.
“A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Com Jesus Cristo sempre nasce e renasce a alegria”.
A alegria é evangélica. (Lc 10,17) Quem faz de sua vida uma entrega radical, no caminho do seguimento à pessoa de Jesus, de forma livre, comprometida e fiel, inspira e expira alegria. É inconcebível uma vocação vivida no âmbito da tristeza e do desprazer. Os Consagrados e Consagradas precisam se olhar, para perceberem se na sua vivência cotidiana, a alegria está mesmo presente. Observar se na Comunidade há a prática do perdão e da reconciliação. Se os irmãos ou irmãs, se olham nos olhos. É preciso ter a coragem de uma volta ao Evangelho. Pois, a alegria contagia e encanta.
“Precisamos encantar o mundo com a nossa presença”. Quando somos capazes de viver com alegria a nossa vocação, a missão que assumimos se transformará num sinal profético para um mundo onde a tristeza, a depressão, o desencanto, a falta de sentido para continuar existindo etc, vem destruindo o coração das pessoas.
Uma alegria gerada no coração daquele e daquela que faz a experiência de Deus, no cotidiano de sua entrega, que, mesmo em meio aos embates da vida e da missão assumida, são capazes de testemunhar que vale a pena estar no caminho de Jesus, com Jesus e por Jesus, no serviço do Reino. Uma vocação assumida com alegria, em qualquer etapa da vida, é um despertar vocacional.
Irmã Cacilda Mendes Peixoto, sdn



FRANCISCO, Exortação apostólica EvangeliiGaudium, n. 20.