Sejam Bem Vidos!!!

A vida é presente de Deus! Cuidar bem dela é nosso dever. Dar sentido à vida é uma opção que cada pessoa faz. Este blogger apresenta para você oportunidades de conhecer nossa missão.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Sacramentinas, ali, aqui, acolá!

Aspirinter
Formação Humana
com ênfase nas relações
BH





Postulínter
Formação Humana
com ênfase na Vida Comunitária, BH







Novas Gerações
Preparação para o Congresso
BH




Pastoral da Juventude - Paróquia Santa Cruz, BH








                                                  Rede Um Grito Pela Vida - Alvarães, AM


                                                   


                                         Animadores                                         Vocacionais - Tefé, AM











Desfile no dia da cidade de Manhumirim - MG
Solidariedade com os que sofrem com as tragédias em Brumadinho, MG; 
Escola de Suzano, SP; Acidentes no RJ.
Lembrando a CF 2019, pedindo proteção à vida.
Um manifesto à vida!
Manhumirim, MG




















Setor Juventude
da Região Episcopal Nossa Senhora da Piedade
Arquidiocese de BH







Irmãs e Formandas Sacramentinas presentes em vários outros lugares...
Jovem, quer somar força conosco, na missão de evangelizar? Há muitas pessoas esperando pelo SEU, O MEU E O NOSSO SIM. AQUI ESTOU! ENVIA-ME...

terça-feira, 12 de março de 2019



INFÂNCIA MISSIONÁRIA CELEBRA 10 ANOS NA COMUNIDADE MENINO JESUS
Aos 78 anos Irmã Rita Ferreira de Jesus, Sacramentina de Nossa Senhora, foi enviada com outras duas irmãs para uma nova missão. Ao chegar à nova comunidade paroquial observou que havia poucas crianças na igreja. Ela que na década de 40 havia sido membro da Santa Infância e que trabalhara com a Infância e Adolescência Missionária (IAM) na antiga paróquia onde residira, intuiu logo a necessidade de formar um novo grupo da IAM.
Procurou conhecer as crianças do bairro e convidá-las para participar dos encontros. Era fevereiro de 2009.
O grupo que no início era pequeno, aos poucos foi crescendo e se fortalecendo, tanto com a chegada de novos membros – convidados pelas próprias crianças – como pela formação de novos assessores.

Irmã Rita conseguiu não só entusiasmar as crianças e adolescentes como também adultos que se tornaram colaboradores e apoiadores desta bonita obra. Assim nascia o grupo da IAM na Comunidade Menino Jesus, da Paróquia Nossa Senhora da Libertação, no município de Goiânia - GO.

Hoje, passados 10 anos, contemplamos as sementes lançadas, crescendo e frutificando. Entre os frutos merece destaque o despertar do protagonismo, solidariedade, partilha e a participação das crianças na vida da comunidade. Quantas pessoas foram marcadas pela experiência vivenciada na IAM! Muitas daquelas crianças convidadas a formar o grupo inicial são hoje jovens da Juventude Missionária (JM) comprometidos com a comunidade e conscientes de sua missão na sociedade.
Por tudo damos graças a Deus que, com sua graça, conduziu este trabalho e rogamos a Ele que os valores transmitidos possam contribuir para o crescimento do Seu Reino!

De todas as crianças do mundo: sempre amigos!
Irmã Renata Magro, sdn












segunda-feira, 4 de março de 2019


IRMÃS SACRAMENTINAS DE NOSSA SENHORA
CAMINHANDO NA ESPERANÇA
CONSTRUINDO SONHOS
COMPARTILHANDO AMOR

Nós, Irmãs Sacamentinas de Nossa Senhora, Congregação brasileira, mineira, nascida em Manhumirim, temos algo a anunciar...
Com júbilo e gratidão estamos celebrando 90 Anos de história! 

Nascemos na pobreza de Jesus de Nazaré e da sabedoria e insistência de Dom Carloto Távora, bispo de Caratinga, Minas Gerais, que reconheceu no Padre Júlio Maria De Lombaerde o carisma de Fundador.

Dom Carloto sentia a necessidade de Religiosas na sua Diocese, especialmente para formar professoras catequistas. Resistindo, a princípio, Padre Júlio Maria atendeu, num ato de obediência, ao pedido do bispo, quando viu nele a manifestação da vontade de Deus.
Na noite de 24 de dezembro de 1929, a Congregação nascia, fruto de um coração obediente e da coragem de sete jovens, entre elas, Irmã Maria Beatriz Frambach, que logo foi convidada pelo Fundador para ajudá-lo na missão de liderar o grupo iniciante, tornando-se a Cofundadora.
Dos lábios do Padre Júlio Maria, as primeiras Irmãs acolheram o lema da Congregação: AMOR E SACRIFÍCIO. O tempo, a história e as Irmãs que viveram as primeiras décadas, sabem bem o que significaram estas duas palavras - Amor e Sacrifício. Um começo de muita carência. Contavam apenas com a graça de Deus. Construir, aprender, ensinar, viver, sair em missão, conviver com as dificuldades próprias daquele tempo... Logo no início, experimentaram o sentido profundo deste lema, enfrentando a resistência e a perseguição dos dirigentes do município. Estes perceberam que as obras do Padre Júlio Maria seriam empecilho à manutenção do seu poder e controle público. Mas, filhas de um lutador, as Irmãs se mantiveram de pé!
Através de sua vida de apaixonado missionário, Padre Júlio Maria deixou-nos uma grande herança: compromisso com o Evangelho, com o anúncio do Reino, com a Igreja e o povo; denúncia a tudo que se opõe à vida, aos valores do Reino a aos princípios da fé cristã; vivência e anúncio vibrante da Eucaristia e de Maria; criatividade na busca de recursos para a sobrevivência e evangelização.
Madre Maria Beatriz foi uma mulher comprometida com a vontade do Pai. “Fazer a vontade de Deus” era seu ideal de santidade, seu programa de vida. Soube sempre dizer sim a Ele. Esse dom, verdadeiro presente de Deus, que marcou e iluminou o seu caminho de santidade, foi enriquecido depois, com o aprofundamento da espiritualidade missionário-eucarístico-mariana, fundamento do nosso Carisma, tesouro legado à Congregação das Irmãs Sacramentinas pelo seu Fundador, Padre Júlio Maria, de quem Madre Beatriz foi fiel discípula. Aprendeu com ele a viver o amor a Eucaristia e a Maria, amor que ela soube cultivar, difundir e nele crescer.  
O sonho da Madre Beatriz era que as Irmãs vivessem na fraternidade como os primeiros cristãos, numa comunhão de vida, de amor, de união. Buscou na Palavra de Deus um lema para a vida das Comunidades e para toda a Congregação. Em suas Circulares às Comunidades, sempre motivou à vivência desse ideal: “Um só coração, uma só alma”.
Hoje, entendemos que nosso Carisma e Missão exigem de nós a luta pela justiça, igualdade e partilha, na vivência da fraternidade, construindo a comunhão.
Na ação apostólico-missionária, assumimos as orientações da Igreja, na qual estamos inseridas. Nossa missão se expressa na educação, saúde, inserção nos meios populares, catequese, educação da fé, formação de lideranças e no serviço da acolhida.

Nestes 90 Anos de história, sustentadas pela graça divina, vivemos a nossa vocação, buscando ser resposta aos apelos de Deus. Foram inúmeros os sinais de sua presença, manifestados nesta caminhada histórica!... Temos muito a agradecer!
Vamos cantar o nosso “Magnificat”, realizando ao longo do ano, entre muitas atividades das nossas Comunidades, uma Peregrinação a Casa Mãe, Manhumirim, Minas Gerais, berço da Congregação, lugar místico, memorial sagrado da Vida Sacramentina, onde renovamos as nossas forças, o nosso encanto pela Vida Religiosa Consagrada, a paixão pelo Reino e o vigor missionário.  
O encerramento das celebrações dos 90 Anos da Congregação acontecerá no dia 24 de dezembro de 2019. Será um momento de gratidão e louvor, recordando o nascimento de Jesus e da Congregação.  

Irmãs Solange Pereira Barros e Zely de Paula; SDN.
Belo Horizonte, MG.







segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Foto da Internet - JMJ, Panamá


JUVENTUDES E VOCAÇÃO
À LUZ DO MAGISTÉRIO DO PAPA FRANCISCO

O Papa Francisco ao falar da Igreja, nos diz que ela está em processo de construção. Por esta razão, ela deverá ser acolhedora e que coloque em prática os ensinamentos de Jesus. Percebe-se em seus documentos, a preocupação contínua de não permitir que a Igreja se distancie do Evangelho, desviando para outros caminhos.

Como “bom pastor”, Francisco está sempre atento ao seu “rebanho”, e, no momento, nos impulsiona a voltar nosso olhar amoroso para a juventude, trazendo-a para a centralidade do Projeto de Deus. Trata-se de um grupo cheio de potencialidades. Mas, infelizmente o “mundo adulto” nem sempre o vê assim. Devido à sua pouca experiência de vida, o vê, muitas vezes, como grupo sem compromisso, desatento, inconstante, voltado para o provisório, etc. Frente a esta concepção, a juventude acaba sendo colocada à margem da sociedade e da Igreja. Será que esta forma de os adultos conceberem a juventude, não tem contribuído para o elevado número de jovens no mundo das drogas, do desânimo, da depressão e do suicídio?
No questionário preparatório ao Sínodo da Juventude, fez-se esta pergunta: o que querem os jovens de hoje? Sobretudo, o que buscam na Igreja? Como resposta expressaram que desejam: uma “Igreja autêntica”; que brilhe por “exemplaridade, competência, corresponsabilidade e solidez cultural”; uma Igreja que compartilhe “sua situação de vida à luz do Evangelho ao invés de fazer pregações”; uma Igreja que seja “transparente, acolhedora, honesta, atraente, comunicativa, acessível, alegre e interativa”. Enfim, uma Igreja “menos institucional e mais relacional, capaz de acolher sem julgar previamente, amiga e próxima, acolhedora e misericordiosa”.
Cuidar e acompanhar aos jovens pode nos parecer uma tarefa difícil, mas necessária e urgente. Faz a diferença quando a jovem o jovem, vem sendo acompanhada/o pela família, a Igreja e a Sociedade de modo em geral. Tornam-se pessoas que constroem sua “casa sobre a rocha” e ainda, cidadãos críticos, formadores de opinião. Por isso, a necessidade de acompanhar aos jovens. Compreendemos: acompanhar é diferente de dominar, influenciar, manipular, etc. Acompanhar é colocar-se numa atitude de quem caminha junto, escuta e respeita a liberdade da pessoa acompanhada. Jesus nos ensina isso no caminho com os discípulos para Emaús (Lc 21, 13-35).
O Papa Francisco também recordou uma das palavras de Jesus aos discípulos, que lhe perguntavam: “Rabi, onde moras?”. Ele respondeu: “Vinde e vede!”. “Jesus dirige o seu olhar também a vós, convidando-vos a caminhar com Ele”. Essa atitude de Jesus nos desafia! Temos coragem de convidar a/o jovem a vir conosco para ver de perto como vivemos nossa consagração, nosso compromisso batismal, nosso testemunho profético, de tal forma que impulsione também ela/ele a viver o mesmo? Em outras palavras, a convivência conosco, desperta nas/nos jovens o desejo de eternidade? Aquelas/es que estão em nossas Instituições sentem-se a força do seu protagonismo e a disposição para a entrega de sua vida no serviço ao Reino de Deus?
Disse Dom Jaime Spengler: “Urge apresentar aos jovens e adolescentes os distintos caminhos do serviço do Senhor e do seu Reino: como leigos engajados nos diversos âmbitos da vida social; casados que assumem o compromisso do matrimônio; consagrados por causa do Reino dos Céus; e ministros ordenados a serviço do povo, nas diversas comunidades de fé”.
Esta fala de Dom Jaime também nos provoca, pois sentimos constrangidas/os ao falarmos de vocação. Esta palavra, por muito tempo na Igreja, foi compreendida de forma limitada, se referindo apenas à escolha do sacerdócio ministerial ou da vida consagrada.
Nesse sentido, o Padre Júlio Maria nos dá um testemunho bonito e animador. Desde a sua adolescência assumiu uma atitude profunda de escuta ao chamado de Deus em sua vida. Em sua juventude selou seu compromisso tornando-se Irmão, na Congregação dos Missionários de Nossa Senhora da África. E com o passar do tempo, aspirando ao Sacerdócio, no final de 1901, retornou à Europa, e ingressou na Congregação dos Missionários da Sagrada Família.
Seu jeito de viver, de conviver e de falar ao povo comovia as pessoas e despertava nas/nos jovens um forte desejo de seguir a Jesus como consagradas/os. Seu ardor missionário inquietava... Não será este, um momento propício para revermos a vivência concreta de nossa Consagração, para percebermos se somos ou não, presença que desperta seguidoras/es?
Irmãs: Cacilda Mendes Peixoto e Maria Aparecida Rosa, sdn








terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Imagem da Internet



Todas as pessoas que nos visitam pelo Blog, desejamos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Paz!
Continuem conosco! É sempre um prazer compartilhar com vocês nossas reflexões!












Celebração e confraternização de Natal na casa das Irmãs idosas.

Esta data para nós, Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora é muito importante! O nascimento do Menino Jesus, que ao nascer é colocado em um cocho, lugar onde se coloca comida para os animais. Ali Ele já nos indicava que seria alimento para nossa vida. Em sua encarnação Ele nos eleva à sua divindade.

Nesta mesma data celebramos o nascimento de nossa Congregação, 24 de dezembro de 1929 - Manhumirim, MG.

Quando a Congregação completou-se quinze anos, na tarde do dia 24/12/ 1944, Padre Júlio Maria de Lombaerde, nosso fundador, quando voltava de uma Celebração Eucarística em Vargem Grande,  conhecido hoje como distrito Padre Júlio Maria, sofreu um acidente automobilístico e faleceu preso as ferragens do veículo.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

UM CHAMADO! UMA DECISÃO!




A vida é realmente surpreendente! Quem diria que esse ano seria dessa forma, ou melhor, nesta forma? Aprendi a olhar tudo com olhos diferentes, com um olhar que enxerga não somente o amor cheio de fantasias, mais também suas várias ramificações e variadas formas de expressão.

Vocês Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, me ensinaram a olhar a vida de forma plena, misteriosa e bela.

Meu desejo pela vida Religiosa Consagrada vem desde muito cedo e a cada ano,  aumentava, porém, um pouco vazio e com uma grande interrogação: será, que ser irmã é uma vocação também para mim? Esse desejo  tornou-se realidade, quando em 27 de julho de 2012, um belo dia por sinal, três irmãs: Cida, Crueza e Julimar, chegaram na pequena cidadezinha, Alvarães, às margens do Rio Solimões, AM.  Minha convivência com a Irmã Creuza foi pouco tempo, mas percebi que é uma grande missionária!  Com as Irmãs: Cida e Julimar, o tempo de convivência se estendeu por um tempo maior, por isso, um mar de aprendizado! Eu, as observava sempre, olhando aquele jeito encantador, conquistador, pleno e simples que só uma sacramentina tem!

O tempo que passei junto de vocês adquiri experiências que me deram força e coragem para o início de uma nova caminhada. Também tive o prazer de conviver um pouco com as Irmãs, Ana Maria, Maria Lopes, Sebastiana e Teresinha, também elas me ajudaram e motivaram meu sim.

Aos 16 anos de idade, senti que a hora para tomar uma decisão havia chegado. Esperava que com um desejo forte, que o primeiro dia do ano de 2018, não seria igual aos demais. Foi o que aconteceu. Me embarquei para Belo Horizonte, MG, a fim de dar início ao processo formativo para a Vida Religiosa Consagrada, junto às Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora. Uma longa jornada! No grande desejo de me tornar missionária, descobri que primeiramente preciso encontrar a mim mesma. Tarefa árdua, mas necessária para servir melhor ao Reino de Deus!


Agradeço a Deus, que em sua bondade  me proporcionou iniciar meus primeiros passos nesse grupo,  em Manhumirim, MG, origem da Congregação. Cidade rodeada de montanhas e eu rodeada de Irmãs, que estavam em retiro, marcadas por uma espiritualidade profunda, sabedoria e santidade incalculável!  As Montanhas?! Lindas! Com seu verde encantador e as quedas de águas descendo na mais pura e singela naturalidade!

 Em Belo Horizonte, esse cenário não é o mesmo. Vejo tanto morro com aglomerado de pequenas casas, onde há dificuldades, como também esperança, alegria e solidariedade. Esta realidade me motiva no desejo de consagrar minha vida a serviço dos mais necessitados.

Durante todo o ano fui acompanhada por uma pessoa verdadeiramente “santa”, Irmã Cidinha, quem esteve junto todos os dias acolhendo minhas partilhas e me ajudando a crescer. Nunca me disse  a forma certa de fazer as coisas e sim, me despertou para enxergar o que estava ao meu redor e além disso, a compreender o mistério que sou.

Assim, pouco a pouco,  na convivência com cada Irmã, acrescentava algo novo para o meu  crescimento.  Sendo cada uma na sua delicadeza e sabedoria, nos desperta para a transformação das pessoas em seres de caráter, bondade e amor.


Para mim, o mais bonito em ser Sacramentina é a entrega total que cada uma faz todos os dias e que se torna um conjunto de coisas bonitas. É louvável a forma como uma, alimenta o que há de mais bonito na outra é como se fosse um verdadeiro mergulho todos os dias na riqueza da vida. Eu passaria horas relatando as fantásticas coisas que eu aprendi com cada uma. Aprendi também que a melhor forma de agradecimento são as atitudes e que a  exemplo de cada uma, eu seja uma verdadeira missionária, vivendo na ousadia e coragem que é construída todos os dias.

Como Maria fez apressando sempre seus passos, atenta em servir e cuidar dos pequenos com ternura e delicadeza, fez da sua vida uma constante doação.  Que eu faça da minha vida o que vocês fazem das suas. A exemplo dela, se doando, sendo  pão que dá força e coragem.  Vinho que  desperta para a alegria.  Encerro este ano, com o coração cheio de luz, pois ser Sacramentina é um verdadeiro “garimpar” em busca de algo precioso que me lança continuamente ao encontro do  meu ser, que me dá força para me lançar em direção ao outro.
Obrigada pelo ano maravilhoso!

Meu maior desejo é continuar escrevendo com vocês esta história de amor, cuidado, luta e doação, sendo Sacramentina de Nossa Senhora.
Kariny Eloise Pantoja da Silva - Apirante, sdn



terça-feira, 27 de novembro de 2018



Dia Nacional da Juventude - Arquidiocese de Belo Horizonte, Região Episcopal Nossa Senhora da Piedade - 2018.

TEMA: “Juventude Construindo uma Cultura de Paz”.

Lema: “Disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz, neste mundo vocês terão aflições, contudo tenham coragem, Eu venci o mundo” (Jo 16,33). Em consonância com a Campanha da Fraternidade 2018, “Fraternidade e superação da violência”.

Na tarde do dia 25 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, no Colégio Nossa Senhora das Dores, bairro Pompeia, comemoramos o DNJ em uma tarde de encontro, reflexão, louvor, adoração e encerrou-se com a Celebração Eucarística, presidida pelo Padre Jeferson, responsável pelo setor  juventude na Região Nossa Senhora da Piedade). Foi concelebrada  pelo Padre Elias, vigário forânico.
Equipe organizadora do Encontro e Dom Geovane
No decorrer do encontro recebemos a visita de Dom Geovane Luís, bispo auxiliar da Arquidiocese de BH, responsável no acompanhamento desta Região (RENSP), em sua fala aos jovens, destacou a importância de celebrar a vida e compreender a força da união de todos para a promoção da vida. Relembrou que Jesus veio para que todos tenham vida e para isso, a importância de empenhar-nos na promoção da paz e testemunhar com coragem o amor.

Outros padres se fizeram presentes. Padre Márcio, diretor do Colégio Santa Maria e Padre Marcos, Paróquia Santa Cruz.

Religiosas e Religiosos: Irmão Murad (Marista); Irmãs Salesianas; Imãs Sacramentinas de Nossa Senhora; Franciscanos (Capuchinos) e Comunidade Shalom.

Tiago de Carvalho - Coordenador arquidiocesano da Pastoral da Juventude foi o animador do encontro, juntamente com uma Banda e a banda Libredon. Ufa! Haja fôlego!

Assessores: Ismael Deyber - Mestrando em Ciência Política e Graduado em Gestão Pública e Liliam Daniela, socióloga e mestra em Ciências Sociais. 

Dinamizaram o encontro com muita competência e dinamismo. Enfoque maior foi: Juventudes, Direitos Humanos e a Construção de uma Cultura de Paz.

Depois de ouvir tantas provocações que eles fizeram no decorrer da palestra, fiquei pensando que a paz se constrói com esforço marcado por um espírito de luta constante, que passa pelo âmbito pessoal, ou seja, eu preciso tomar a decisão e me esforçar para que eu seja uma pessoa de paz e promotora da paz. Só assim, poderá chegar a uma Cultura de Paz. Sabemos que a paz é muito mais do que ausência de conflitos! A verdadeira paz nasce de um profundo encontro com Deus, através de Jesus Cristo. A paz é um dos frutos do Espírito Gl 5, 22 - 23.
Irmã Maria Aparecida Rosa, sdn




segunda-feira, 19 de novembro de 2018

NASCEMOS PARA SERMOS FELIZES...



Onde está a felicidade?!

Ela está espalhada em cada pessoa que espera pela nossa presença amorosa e reveladora da ternura de Deus. Pode-se dizer que a felicidade tem nome e tem rosto: Ana, Priscila, Pedro...; tem endereço: rua/beco tal, ou pontos de referencia: viaduto, praça, centro..., nós nos tornamos felizes quando fazemos da nossa vida, um Dom a serviço dos irmãos e irmãs. A vida não é propriedade nossa. Ela é um caminho, por onde Deus manifesta concretamente seu amor e a sua compaixão para com a humanidade. “Ele, no mistério do Natal que celebramos, invisível em sua divindade, tornou-se visível em nossa carne”. (Prefácio do Natal II).

Existe uma frase antiga, mas sempre nova: “Vocação acertada, futuro feliz” (Roque Schneider). Podemos dizer parafraseando esta, vocação acertada e vida doada, futuro feliz e ainda, vida em plenitude.

Um conselho que Madre Teresa de Calcutá nos apresenta: “Seja para os pobres um alimento até o fim, que o seu amor, a sua vida seja para eles um alimento até o fim. Talvez você seja o único evangelho vivo que eles possam ler”.

Vejamos o que diz Gandhi: “Se decidir fazer alguma coisa, se estiver pensando em alguma iniciativa ou tomando uma decisão, pergunte a si mesmo: quem vai ganhar com isso? Tente descobrir qual é a pessoa mais pobre, o rosto mais desfigurado que conhece e veja se ele vai ganhar alguma coisa com isso”.

Confiantes em Jesus que diz: “Não foram vocês que me escolheram, mas fui eu que escolhi vocês. Eu os destinei para ir e dar frutos…” (Jo 15, 16), nos colocamos numa atitude de escuta e reflexão sobre a vocação e a missão que recebemos da bondade de Deus.

Nós, Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora: Cacilda, Cidinha, Julimar (BH) e Formandas: Vívian (BH); Kariny - Alvarães (AM), no dia 17, p.p., oferecemos às jovens: Ana Paula - Boa Esperança, Jociane - Varginha e Raquel - Belo Horizonte, uma tarde de reflexão, proporcionando-as, identificar o chamado de Deus em sua vida. É verdade que nascemos para sermos felizes, sabemos que o caminho é fazer da nossa vida um dom a serviço. Agora é importante identificar o COMO?  Vida Religiosa Consagrada - consagrar sua vida inteira e viver em uma comunidade de Irmãs a Serviço do Reino de Deus? Assumir o Sacramento do Matrimônio - constituir uma família e por meio dela servir ao Reino? Ou ainda, a Vocação Laical - a pessoa é chamada a viver sua vida a serviço do Reino, porém, não está vinculada a uma Congregação/Ordem Religiosa ou Familiar.

O importante é que cada uma/um de nós, responda com carinho e amor ao chamado e Deus, para que se compra o que disse Jesus: “Que a luz de vocês brilhe diante das pessoas, para que elas vejam as boas obras que vocês fazem, e louvem o Pai de vocês que está no céu’. ( Mt 5, 16).

Para ouvir bem é preciso desenvolver nossa sensibilidade. Estar atenta/o ao nosso redor, pois Deus nos “vocaciona” a partir de uma realidade que nos incomoda, nos comove, nos interpela e nos desperta para uma resposta concreta em favor da vida.

Refletindo juntas/os:

1.      Que sinais  percebo em minha vida, como chamado de Deus para mim?
2.      O que me impede responder ao chamado de Deus?
  1. A partir da Palavra de Deus, da Eucaristia e do encontro com as pessoas, quais são os apelos que me comovem?

Irmã Maria Aparecida Rosa, sdn

sexta-feira, 2 de novembro de 2018



No dia 2 de novembro, a Igreja celebra o Dia de Finados. Dom Walmor, arcebispo da Arquidiocese de Belo Horizonte, preparou uma mensagem especial para este dia:
Amado e amada de Deus, Saúde e paz!
Jesus, que morreu na cruz e ressuscitou, indica-nos o caminho: a morte não é o fim de tudo, mas a passagem para a vida eterna. A dor e a tristeza, com o tempo, tornam-se mais amenas. Permanecem a saudade e a certeza de que vamos nos encontrar, um dia, com todos os que amamos, na Morada do Pai.
Meu fraterno abraço. Cristo Rei abençoe sempre.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo